Projeto demonstração da CodifyPro.Marca fictícia, produtos reais, código real. Nada aqui é vendido.
Micrata
o que dá para construir

A vitrine é a parte que o comprador vê.

A Micrata é uma loja de demonstração: catálogo real, checkout que funciona, nada à venda. Estas páginas mostram o resto: o painel de quem administra, o rastreio que o cliente abre, a mensagem que sai sozinha, a nota fiscal, a conversa com o ERP. Tudo navegável.

Nada aqui é print nem mockup: são as mesmas telas que entregamos. Os pedidos e os clientes são inventados; os preços não: são os que as lojas de eletrônicos praticam hoje.

Quatro formas de vender o mesmo catálogo

três tipos de produto do WooCommerce e uma composição declarada, não etiqueta digitada

Produto avulso

Um código, um preço, um botão. É o caso comum, e por isso ele não recebe etiqueta na vitrine: marcar o padrão é o que transforma etiqueta em papel de parede.

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Versões

Uma página, várias combinações de cor e capacidade, cada uma com preço e estoque próprios. Combinação sem estoque continua na tela, riscada, em vez de sumir e mudar o mapa embaixo da mão de quem escolhe.

Ver o iPhone 17 Pro

Combo

Produtos que também vendemos separados e que saem mais barato juntos. O carrinho recebe as duas linhas, cada uma com o estoque dela, e o desconto entra no fechamento. Tirando um item, ele some sozinho.

Ver o Combo Carga Rápida

Kit

Um código só, com preço, estoque e uma linha na nota fiscal. Sai da prateleira como uma caixa, e por isso pode ter preço fechado em vez de regra de desconto.

Ver o Kit Viagem Carregado

A diferença entre combo e kit não é nome comercial: é modelo de dados. O kit é uma mercadoria, com código e estoque dele, e o desconto já está no preço. O combo é uma sugestão de compra, os produtos continuam sendo eles mesmos, e o desconto precisa ser uma regra escrita. Um precisa de preço, o outro precisa de código nosso. É por isso que os dois existem aqui em vez de um só.

As oito páginas

cada uma demonstra uma parte da loja que a vitrine não mostra

Qualquer nicho, e o que muda em cada um

a base é a mesma; o que muda é o que o negócio exige

Uma loja de moda e uma de autopeças rodam sobre a mesma base e não têm quase nada em comum na tela. São nove nichos que já construímos ou orçamos. Em cada um, o que muda de verdade fica em três lugares: catálogo, checkout e a operação de quem toca a loja depois. A gente escolhe cada peça por nicho (gateway, transportadora, ERP, emissor fiscal): o que a operação já usa, e o que o volume do negócio justifica pagar. Não o que vem dentro de um pacote pronto.

01Moda e vestuário

No catálogo
Grade de tamanho × cor com estoque por SKU (4 tamanhos e 5 cores são 20 variações, cada uma com o seu saldo, numa página só), tabela de medidas por modelagem e foto trocando junto com a cor.
No checkout
Sem escolher tamanho e cor não entra no carrinho, frete por peso cubado e a troca de tamanho já sai aprovada na compra.
Na operação
No portal de troca o cliente escolhe o novo tamanho, a peça nova sai antes de a devolução chegar e a etiqueta de logística reversa sai na hora. O provador é por medida: a pessoa diz uma peça que já veste bem e o sistema aponta a modelagem.

02Suplementos e alimentos

No catálogo
Validade e lote por unidade de estoque, tabela nutricional como campo estruturado (não como imagem) e kit com preço próprio que dá baixa em cada item que o compõe.
No checkout
Assinatura de 30, 45 ou 60 dias com desconto sobre a compra avulsa, cartão salvo no adquirente e entrega refrigerada cobrada à parte.
Na operação
Separação FEFO (vence primeiro, sai primeiro) e alerta de lote perto do vencimento. Se a Anvisa mandar recolher um lote, a lista de quem levou aquele lote sai do banco numa consulta, que é o que o recall exige, com prazo correndo.

03Farmácia

No catálogo
Tarja, princípio ativo e registro na Anvisa. A regra de receita é federal e vale igual no país todo; o que muda de estado para estado é o imposto. Item de tarja não mostra preço para quem não pode comprar.
No checkout
O cliente anexa a receita no próprio pedido, e o faturamento só anda depois da conferência. Convênio e PBM aplicam o desconto do laboratório na tela, antes de pagar.
Na operação
O pedido não sai enquanto o responsável técnico não liberar a receita. Controlado tem registro próprio, e a receita fica retida quando a legislação exige.

04Autopeças

No catálogo
Busca por veículo (marca, modelo, ano e motor) e por placa, porque o cliente chega com o carro, não com o código da peça. Tabela de aplicação ligando uma peça a dezenas de versões, mais o código do fabricante e os similares que servem no lugar dele.
No checkout
O veículo escolhido viaja junto com o carrinho, e a loja confere a peça contra ele antes do pagamento. Frete por peso real, e retirar no balcão é uma das opções de entrega.
Na operação
A tabela de aplicação do fornecedor entra por importação periódica, a devolução com motivo "não serviu" fica separada das outras e a troca de casco tem controle próprio onde existe.

05Pet

No catálogo
Ração por peso do pacote, porte e idade do animal, com o pet cadastrado no perfil de quem compra.
No checkout
A assinatura acerta a frequência pelo consumo: peso do animal e porção diária dizem quando o próximo saco precisa chegar. Pausar, adiantar e trocar o sabor o cliente faz sozinho, sem abrir chamado no atendimento.
Na operação
A fila de recorrência cobra e separa no mesmo dia, e o aviso de que a ração acaba em 6 dias sai por WhatsApp antes de a pessoa lembrar.

06B2B e atacado

No catálogo
Cada cliente vê a tabela de preço dele, e quem não entrou não vê preço nenhum. Caixa fechada e múltiplo de venda. Pedido mínimo por valor ou por quantidade.
No checkout
Prazo faturado em 28, 35 ou 42 dias, em boleto, com o ERP respondendo o limite de crédito na hora. O pedido de compra do cliente vai anexado, e um segundo comprador aprova quando o valor passa da alçada.
Na operação
O representante lança o pedido em nome do cliente, o desconto sobe por faixa de volume e a nota sai com CFOP e substituição tributária certos para o estado de destino.

07Marketplace

No catálogo
É a disputa da Buy Box, a mesma que o Mercado Livre fez todo mundo aprender: vários vendedores na mesma oferta, e a vitrine escolhe quem aparece por preço, prazo e reputação. O vendedor se cadastra sozinho, com CNPJ e inscrição estadual conferidos, e só publica depois de liberado. Quem responde junto pelo que ele vende é o dono do marketplace.
No checkout
Carrinho separado por vendedor, frete saindo de cada origem e split de pagamento no gateway: cada um recebe a parte dele sem o dinheiro passar pelo caixa da loja.
Na operação
Painel próprio para o vendedor, comissão por categoria, repasse retido até o cliente confirmar que recebeu e avaliação separada por vendedor.

08Serviços e agendamento

No catálogo
O produto tem duração, profissional e local em vez de estoque. O que limita a venda é a agenda, não o depósito.
No checkout
A escolha de dia e hora segura o horário por alguns minutos enquanto a pessoa paga. Sinal de 30% na reserva, o resto no dia. Sem endereço de entrega e sem frete.
Na operação
Agenda por profissional, lembrete por WhatsApp 24 horas antes com botão de confirmar ou remarcar, política de no-show para quem não aparece e comissão de quem atendeu.

09Produto digital

No catálogo
Sem estoque e sem peso: o que sai é licença, chave, arquivo ou acesso a uma área de membros.
No checkout
Nenhum campo de endereço, nenhum cálculo de frete: e-mail e CPF bastam para a nota de serviço. A entrega sai no mesmo minuto da aprovação.
Na operação
Uma licença por pedido, link de download com validade e limite de uso, e a licença cai sozinha quando entra estorno ou chargeback.

Com que peças isto é feito

Quatro camadas, e nenhuma delas é obrigatória. Esta loja usa esta combinação porque é a que serve a ela.

Next.js no frontA página vem pronta do cache do servidor e só é refeita a cada 5 minutos: o comprador nunca espera o WooCommerce responder, e se ele cair a loja segue servindo o catálogo que já tem. Medido em 06/09, em dezesseis rotas: de 97 a 100 no PageSpeed do celular, com CLS zero. Abra o medidor e rode você mesmo.
Catálogo headlessNesta loja é o WooCommerce, e ele não tem endereço na internet: o front conversa com ele por dentro da rede. Poderia ser outro catálogo. O front não mudaria.
Checkout próprioCódigo nosso, não plugin. Passo, campo, regra de frete e desconto mudam quando a loja pede, não quando o plugin permite.
Integrações por APIERP, emissor fiscal, meio de pagamento e transportadora entram um de cada vez, e sempre os que a operação já usa. Ninguém troca de adquirente para ganhar um site.

Quem já tem ERP mantém o ERP. Quem tem taxa melhor com um adquirente continua nele. Quem precisa de assinatura ganha o módulo de assinatura, e quem não precisa não carrega o código dele. Trocar uma peça depois é trabalho previsto. Não é começar de novo.

Sua loja não precisa parecer com esta

Esta é uma loja de eletrônicos porque foi o catálogo que escolhemos para demonstrar. Conte qual é o seu produto e como a operação roda hoje, e a gente responde o que muda no catálogo, no checkout e na rotina de quem vai tocar a loja.